Produtor de Silvanópolis exporta feijão-caupi para a Índia; Confira entrevista ao Notícias Agrícolas

Culturalmente tem custos baixos, entra na sucessão da soja e produtividade esperada em 25 sacas por hectare. Caupi tem buscado consolidar não só mercados de exportação, como também alternativas no consumo doméstico. Entre alguns desafios, a presença das lagartas ainda exigem atenção e adequação do manejo.

O produtor Dari Fronza, que produz em Silvanópolis (TO), colhe os bons resultados obtidos com sua lavoura de feijão caupi, da variedade Nova Era. Em um momento de preços baixos em outros cultivos, essa se torna uma alternativa interessante para a safrinha.

Entretanto, o feijão de Fronza já tem destino certo: antes de plantar, ele já havia firmado contrato de exportação para a Índia.

A expectativa, portanto, é de um bom retorno. A produção tem um baixo custo, já que não precisa de adubação – assim, mesmo com o contrato pagando R$70 por saca, o produtor terá rentabilidade.

A produtividade gira em torno de 20 sacas por hectare, mas a expectativa é que, até o final da colheita, a média suba para 25 sacas por hectare. A renda gerada é maior do que a soja. Fronza está há um ano no estado e possui uma área total de 3000 hectares.

O engenheiro agrônomo Marlon Knoll aponta que a tendência é que essas áreas tenham um pouco mais de aparecimento de lagartas, “mas nada que seja expressivo”, pois o controle é mais fácil no feijão do que na soja.

(João Batista Olivi e Izadora Pimenta – Notícias Agrícolas)

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